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Prof. Luiz Carlos de Moraes

  • Profissional de Educação Física habilitado pelo CREF1 (Conselho Regional de Educação Física da 1ª Região RJ / ES) de acordo com a lei 9696 de 1 de setembro de 1998.

  • Atleta fundista há 28 anos.

  • Treinador de atletismo há 16 anos.

  • Em Petrópolis orienta maratonistas, dirige a equipe L.C.M.

  • Exerce a função de Personal Trainer.

  • Em academia ministra aulas de step, ginástica localizada, alongamento e relaxamento.

  • Sócio Proprietário da Academia Qui Si Sana.

  • É colunista de Fisiologia do Exercício do jornal Tribuna de Petrópolis alimentada semanalmente.

  • É colaborador e consultor de fisiologia de vários sites na internet.

  • Na Petrobras coordenou um programa antiestresse, ministrando aulas de step, alongamento, relaxamento e orientou muitos atletas.

  • Em eventos de Saúde e Qualidade de Vida ministra palestras sobre atividade física e controle do estresse.

  • É o editor do site http://www.noticiasdocorpo.com.br/

  • Registro CREF/1 RJ 003529

AS PALAVRAS DO PRESIDENTE LULA REFLETEM O ESPÍRITO OLÍMPICO

Quando o Rio de Janeiro organizou os jogos pan-americanos em 2007, antes da realização não faltaram os críticos e bem pessimistas dizendo que o Brasil não era capaz de organizar eventos dessa natureza. Já na abertura não ficou devendo nada aos países do primeiro mundo. Houve falhas? Claro que houve muitas e servirão para ser corrigidas nas Olimpíadas de 2016. Novamente os pessimistas virão com os mesmos discursos que o dinheiro a ser gasto daria para fazer “x” hospitais, “x” escolas, “x” cadeias e que temos problemas mais importantes para resolver. Realmente temos, mas não se resolvem sem vontade política ou com algum outro grande interesse que leve a resolver essas questões de evolução social e esses interesses são os grandes eventos esportivos que estão por vir em 2014 com a Copa do Mundo e Olimpíadas 2016.

Ninguém pode negar que esses dois eventos são votos de confiança dos países do chamado primeiro mundo estão dando ao Brasil que na América do Sul é o que apresenta melhores condições para isso. É o que passou pela crise sem grandes arranhões e na política internacional sem dúvida nenhuma progrediu mesmo com as críticas dos pessimistas com os velhos discursos de que o nosso presidente da República vive viajando pra lá e pra cá e sem falar inglês. E precisa? Ninguém pode negar que o discurso emocionado do Presidente Lula falando sem as formalidades de palavras prontas de um sentimento que o povo brasileiro tinha naquele momento foram decisivas para convencer alguns membros do COI ainda indecisos ou quem sabe até mudado a opinião de outros. O seu carisma foi destaque na imprensa internacional inclusive nas páginas do New York Times um dos gigantes da comunicação mundial. Até o presidente dos Estados Unidos Barack Obama e sua dama com seus discursos tecnicamente perfeitos tiveram que se render. Foi o próprio Obama que um dia disse: Esse é o “cara”.

Espera-se que a Olimpíada de 2016 receba um recorde de delegações porque o mundo geopolítico, depois de Seul, 1988 passou por grandes transformações. Evolui e muito. O apartheid foi banido da África do Sul, sem o qual não seria escolhida sede da Copa do Mundo de 2010 e nem retornaria aos jogos Olímpicos em Barcelona, 1992. A Alemanha se reunificou depois da queda do muro de Berlim em 1989. Por causa da ocupação soviética a Estônia, Letônia e Lituânia ficaram ausentes dos jogos por mais de meio século e a partir de Barcelona acabaram os boicotes idiotas que não chegaram a lugar nenhum simplesmente porque esporte e política não se misturam. Só dá certo se houver união porque o esporte precisa dos políticos que não façam “politicagem” e os políticos precisam dos grandes eventos esportivos que possam defender, valorizar e falar em nome de uma nação. O autoritarismo não se coaduna com o esporte “varrendo lixo para debaixo do tapete” e só a democracia é capaz de unir os esforços de um povo em torno de um ideal.

Com esses dois grandes eventos esportivos, a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, espera-se uma grande evolução na área social e que deixem um legado para o povo carioca na área de turismo, transporte e segurança pública. Diferentemente do PAN 2007 o Brasil a partir de agora tem um cronograma a cumprir fiscalizado e cobrado respectivamente pela FIFA e COI. Nos próximos anos serão muitas oportunidades de empregos e novos negócios em todas as áreas que se repercutirão no país inteiro. Cabe a cada um interessado pegar o seu quinhão. Claro, muita gente que nada tem a ver com o esporte também vai querer tirar a sua “casquinha” como já estamos vendo na TV.

Esperava-se que a partir do PAN houvessem projetos de inclusão social. Nada mudou e se não fosse os interesses políticos terem mudado para o rumo Olímpico até as instalações esportivas teriam sido modificadas para palcos de shows que nada têm a ver com o esporte. Nada mudou também nos investimentos esportivos dos já medalhistas Olímpicos ou não. Diego Hipólito, não tem muito tempo estava quase pedindo esmola para competir e César Cielo a gente sabe que não treina com verbas do governo.

O exemplo que devemos seguir é o de Barcelona que entre outubro de 1986, quando ganhou o direito de sediar as Olimpíadas até o verão de 1992, saiu de uma recessão econômica para a prosperidade recrutando esforços de todos os cidadãos no verdadeiro espírito Olímpico.

Para Refletir: Procure não ofender as pessoas. Mesmo que elas um dia lhe perdoem as marcas sempre ficam como o prego na parede. Não adianta tirar o prego. Moraes 2009.

Sobre a Ética: Cometemos erros na euforia e na fúria. Na euforia saímos a prometer mundos e fundos para as pessoas. Na fúria falamos o que não devia. Moraes 2009.

Cartas para: lcmoraes@compuland.com.br

Luiz Carlos de Moraes CREF1 RJ 003529

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