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Profissional de Educação Física
habilitado pelo CREF1 (Conselho Regional de Educação Física da 1ª
Região RJ / ES) de acordo com a lei 9696 de 1 de setembro de 1998.
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Atleta fundista há 28 anos.
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Treinador de atletismo há 16 anos.
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Em Petrópolis orienta maratonistas,
dirige a equipe L.C.M.
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Exerce a função de Personal Trainer.
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Em academia ministra aulas de step,
ginástica localizada, alongamento e relaxamento.
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Sócio Proprietário da Academia Qui Si
Sana.
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É colunista de Fisiologia do
Exercício do jornal Tribuna de Petrópolis alimentada semanalmente.
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É colaborador e consultor de
fisiologia de vários sites na internet.
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Na Petrobras coordenou um programa
antiestresse, ministrando aulas de step, alongamento, relaxamento
e orientou muitos atletas.
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Em eventos de Saúde e Qualidade de
Vida ministra palestras sobre atividade física e controle do
estresse.
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É o editor do site
http://www.noticiasdocorpo.com.br/
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Registro CREF/1 RJ 003529
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QUEM TEM MANIA
DE SUPLEMENTO JOGA DINHEIRO NO LIXO E PREJUDICA A SAÚDE |
Entre os adeptos da atividade física ou esportistas de qualquer
modalidade, é cada vez maior o hábito de experimentar os mais
variados tipos de dietas, complementos alimentares e/ou fórmulas
“ditas” mágicas na esperança de melhores performances. Vão desde
consumo exagerado de carboidratos, proteínas e até técnicas
condenáveis para perda de peso ou aumento da força e dos músculos.
Infelizmente isso ocorre porque os fabricantes encontram terreno
muito fértil por causa da falta de informação dos usuários. Como não
existe legislação clara nem tão pouco fiscalização virou terra de
ninguém e os suplementos e/ou complementos alimentares são indicados
livremente por leigos donos de loja e até profissionais não
habilitados para isso. Quem de direito pode prescrever são os
nutricionistas e médicos.
A esmagadora maioria joga dinheiro fora porque os suplementos só
devem ser usados por praticantes de esportes de alto rendimento ou
quem faça atividade física de alta intensidade por mais de uma hora
e várias vezes por semana. Mesmo assim somente se um nutricionista
detectar a necessidade através de avaliação nutricional comparada
com o gasto calórico das atividades.
Os adeptos à musculação preferem a ingestão de proteínas. Embora não
haja consenso, o RDA (Recommend Daily Allowance) sugere ingestão de
até 0,8 gramas por quilo de peso corporal para pessoas normais. Para
atletas admitem-se valores de até 1,0 a 2,0 gr/kg de peso corporal.
Na
prática os amantes do exercício de força ingerem valores de proteína
muito mais altos. Não muito raro costumam combinar essa prática com
valores baixos de carboidratos na esperança de baixar percentual de
gordura corporal e melhor definição muscular. Correm o risco de
mesmo assim aumentar o percentual de gordura porque o excesso de
proteína pode virar gordura. Sem contar que essa prática, muita
proteína e pouco carboidrato, pode até faltar energia para a
atividade além de obrigar os rins a trabalhar muito mais tentando
eliminar o excesso de proteína. Um descuido com a hidratação é
suficiente para gerar problemas relacionados. Alguns médicos têm
expressado preocupação com a ingestão em excesso de proteína baseado
em relatos de cãibras musculares, distensões e desidratação,
ocorrências que podem estar ligadas à saturação renal. Além disso,
embora também não haja consenso na literatura, dietas com alto valor
protéico podem estar associadas a problemas cardíacos promovendo
endurecimento das artérias. Ou seja, no mínimo é uma grande burrice
se preocupar tanto com a estética e desprezar orientação adequada de
profissionais de saúde. Se a preocupação é estética então que se
faça a coisa certa.
Os adeptos aos esportes de resistência, tais como maratonas,
triathlon, ciclismo de estrada travessias a nado entre outros já é
bastante difundido a importância dos carboidratos que ficam
estocados basicamente no fígado e nos músculos. A energia de quem
treina longas horas vem de um mínimo de 55 a 65% de carboidratos na
alimentação. Com a evolução dos produtos alimentícios, são bastante
populares, e uso prático, os carboidratos em forma de gel para
reposição durante os treinos ou competições que durem mais de uma
hora. Felizmente, a ingestão de carboidratos em excesso não costuma
causar problemas a não ser engordar. Problemas como fadiga costuma
ocorrer mais pela falta. Entretanto, o fato da necessidade ser alta
não significa ingerir “só” carboidrato como fazem alguns
maratonistas. Ficam tão ansiosos com isso que nas vésperas de
competições só comem massas. Não muito raro, também procuram em
lojas algum suplemento mágico que os façam correr mais sem treinar
tanto.
Outra prática relacionada a carboidrato refere-se ainda aos
fisiculturistas que costumam ingerir uma quantidade maior dias antes
de competição com a finalidade de dar mais volume e definição aos
músculos, isso porque, pelo menos em teoria o glicogênio é
armazenado no músculo junto com a água dando-lhes a sensação de
estarem mais fortes.
As barras de cereais é outra febre cercada de mitos como: dão mais
energia antes do treino, recuperam depois e até substituem
refeições. Ledo engano. Elas são apenas um quebra-galho gostoso.
Depois do exercício o corpo precisa repor carboidrato, proteína e
outros nutrientes gastos no exercício. Tudo que se encontra numa boa
feira e açougue.
Consulte um nutricionista para saber se você precisa ou não de
suplemento.
Para Refletir: Tem gente que vai com tanta sede ao pote do
verdadeiro prazer que passa por ele sem ver. Moraes 2009.
Sobre a Ética: A sabedoria está acima do bem e do mal, é
acessível a todo mundo e só traz benefício para a sociedade. Moraes
2009.
Cartas para:
lcmoraes@compuland.com.br
Luiz Carlos de Moraes CREF1 RJ 003529
www.noticiasdocorpo.com.br
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